1. Exposição sobre o Design Gráfico no SESC Pompéia, na Zona Oeste.

    Uma das obras de maior apreço e relevância da arquiteta Lina Bo Bardi, o SESC Pompéia é um dos grandes exemplos do restauro de uma edificação do patrimônio industrial transformada em espaço social e de cultura, integrado novamente à cidade.

    Foto: Lucas Chiconi

     
  2. Jardim Anália Franco ou Vila Regente Feijó. Não importa. Sua vista do nascer-do-sol é sempre a mais bonita!

    Foto: Lucas Chiconi

     
  3. Os contrastes da Mooca.

    Lembram da questão do Patrimônio Histórico? Essa semana eu retomo esse tema.

    Foto: Lucas Chiconi

     
  4. Foto: Lucas Chiconi

     
  5. E mais um dia acontece. Amanhece na gigante Pauliceia!

    Foto: Lucas Chiconi

     

  6. living-for-the-fight said: Na verdade, foi exatamente a isso que fiz referência, mas não me entenda mal; sou de São Miguel e sei bem como é ser de uma zona-dormitório. E é uma das coisas que eu, como cidadão, vou tentar lutar pra mudar

    Com certeza. Não se preocupe, pois toda opinião merece ser ouvida. De São Miguel? Bacana. É literalmente o bispo da Zona Leste. A primeira igreja da cidade foi a Capela de São Miguel. A ferrovia e as indústrias fazem desse distrito um dos mais prósperos da periferia do leste da cidade. Não o chamaria de bairro-dormitório, pois há uma enorme prosperidade nessa região, muito aliada à cultura e tradição própria que vocês tem aí. É bem diferente de distritos de formação cultural e de urbanização mais recentes, como São Mateus e São Rafael. Que apesar da proximidade com o ABC Paulista, ainda enfrentam grandes dificuldades sociais e de infraestrutura. São Miguel é como um oásis para os outros bairros periféricos da região (bairros distantes do núcleo central da cidade). Morumbi, os bairros nobres da Serra da Cantareira e Interlagos, por exemplo, são todos periféricos.

    Agradeço o prestígio e sua inteiração com o Diurbe. Abraço!

     

  7. living-for-the-fight said: Se a Mooca é a rainha e Tatuapé é o rei, então São Miguel é o bispo, a Penha a é torre e Artur Alvim e Ermelino Matarazzo são os peões?

    Não os chamaria de peões de forma alguma. Se você se refere aos trabalhadores, aqueles que movem a economia dos bairros que chamei de ‘reis’ e ‘rainhas’, pode até ser. O fato é que distritos como Artur Alvim, Ermelino Matarazzo, José Bonifácio e Cidade Tiradentes foram vítimas de um zoneamento segregador do século XX, o qual visava esconder os pobres nos “fundos” da cidade, enquanto os ricos desfrutam da boa localização e todos os benefícios culturais, de lazer e oferta de emprego que essas localidades centrais tem a oferecer. Devido a isso, esses distritos se tornaram cidades-dormitório, ou seja, a maior parte de seus respectivos territórios é utilizado apenas como habitações, sem grandes geradores de emprego. A solução para isso é gerar empregos nessas regiões e reduzir o deslocamento diário de todo esse contingente populacional que vemos diariamente se espremendo na Linha 3 - Vermelha do Metrô, 11-Coral e 12-Safira da CPTM, além das milhares de linhas de ônibus na direção do Centro (Tatuapé, Mooca, Centro Histórico, Paulista e diversas outras centralidades da metrópole). Se eu concordo com isso? De forma alguma. Mas é aceitando os fatos, compreendendo a história e criando bons projetos que vamos transformar essa realidade no futuro.

     
  8. Parque SABESP Mooca, Zona Leste. Recém inaugurado!

    Fotos: Lucas Chiconi

     
  9. E agora sim! A novidade mais quente do mês de Setembro na Zona Leste: O Parque SABESP Mooca foi inaugurado!

    Para receber a Primavera de 2014, o Parque SABESP Mooca Radialista Fiori Gigliotti foi inaugurado ontem na Mooca, um dos distritos mais tradicionais de São Paulo, na Zona Leste da cidade. Está localizado em plena Avenida Paes de Barros, a artéria maior do bairro, em frente à Estação São Cristóvão do corredor de ônibus. Com 21.200 metros quadrados, conta com equipamentos de ginástica, campo gramado e playground com piso especial para as crianças não se machucarem nas quedas. Além de um memorial ao radialista que dá nome ao parque, morto em 2006. O reservatório de água é o cartão postal do parque que atraiu milhares de visitantes em seu dia de inauguração (13 de Setembro de 2014). O projeto é todo voltado para a sustentabilidade, contando com uma exposição permanente sobre a importância da água na metrópole paulistana. O parque vai contar com um espelho d’água que ainda não foi inaugurado devido à seca que nos assola nesse momento. Sustentabilidade, lembram? É válido para tudo.

    Parabéns Mooca! Esse foi o seu maior e melhor presente!

    Fotos: Lucas Chiconi

     
  10. Hoje a novidade é na Zona Leste!

    Aguardem […]

    Foto: Lucas Chiconi